Personagens de Genshin Impact - parte 1

Desde o ano passado eu ando viciada em um jogo chamado Genshin Impact. Além do jogo ser bem divertido, ter uma boa história, boa jogabilidade, boas músicas e um bom gráfico, o que eu mais amo nesse jogo é o design dos personagens. 

Gosto tanto que resolvi fazer a loucura de ir desenhando eles e pintando com aquarela. O problema é que tem muito personagem e provavelmente vai ter novos pelos próximos anos (sim, anos). Não sei até quando meu vício e essa decisão de desenhar os personagens vai continuar, mas hoje eu resolvi trazer os 10 (sim, 10) que eu já desenhei, já que pretendo ficar um tempo sem fazer isso (eu acho) pois estou com outros projetos no momento. 



Foram esses. Se gostou, me segue em alguma rede social ali em cima, porque sempre atualizo lá primeiro.

Leitura: Recursão

 4 meses depois, cá estou eu novamente "blogando".  Não desistam de mim, mas também não esperem muito. 

Eu gostaria de começar a fazer os posts sobre os meus desenhos (por falar nisso, me sigam no instagram), mas estou muito animada com um livro que li e quero falar dele aqui para espalhar a minha animação pela internet a fora. 

Li Recursão, de Blake Crouch, um thriller de ficção cientifica com viagem no tempo que é impossível parar de ler. A sinopse, retirada do site da editora, é a seguinte:


E se um dia memórias vívidas de coisas que nunca aconteceram se infiltrassem em sua mente, pintando em tons de cinza todas as suas certezas? É dessa premissa que Blake Crouch parte em Recursão, uma obra tão impactante que teve os direitos de adaptação audiovisual adquiridos pela Netflix, que produzirá um filme e uma série baseados no livro, ambos a cargo de Shonda Rhimes.

Barry Sutton é policial em Nova York e convive com a tristeza da morte da filha. Ao ser acionado para intervir em uma tentativa de suicídio, ele se depara com uma mulher que sofre da Síndrome da Falsa Memória, uma doença misteriosa que planta na cabeça de suas vítimas lembranças de vidas que elas nunca tiveram.

A neurocientista Helena Smith está desenvolvendo uma tecnologia para a cura do Alzheimer. Inesperadamente, um dos homens mais ricos do mundo se oferece para financiar sua pesquisa. Helena vê surgir a chance de propiciar um grande bem para a humanidade. No entanto, não poderia estar mais enganada...

A tecnologia que deveria salvar vidas acelera a marcha galopante do caos, gerando uma guerra pelo poder e criando recursos que começam a esfacelar a realidade. O tempo não é mais como o conhecemos, e Barry e Helena terão de se unir se quiserem sobreviver — e salvar a todos nós.

Um dos nomes mais importantes da ficção científica contemporânea, Blake Crouch constrói uma jornada desnorteante, com personagens complexos, que nos fazem refletir sobre nossa identidade. Uma trama intrincada, ágil e emocionante, que mostra que, quando nada é mais importante do que a memória, perdê-la significa perder a si mesmo. 

A cada capítulo eu ficava cada vez mais curiosa sobre, pois o livro é contado do ponto de vista dos dois personagens principais em anos diferentes, e pela sinopse você sabe que eles vão se encontrar em algum momento, mas quando? Além disso, conforme as situações vão acontecendo, parece cada vez mais impossível resolver todos os problemas, e isso me deixou ainda mais curiosa para o final. E o final meus amigues, me deu muita raiva, mas ao mesmo tempo foi ótimo!

Fazia tempo que eu não ficava tão empolgada com um livro! A escrita também é muito boa, flui bem e não é cansativo de ler. Recomendo muito a leitura gente! Estou querendo ler Matéria Escura, livro do mesmo autor, pois parece ser muito bom também.

Li esse livro para o clube do livro que faço parte e estou ansiosa para a discussão que vamos ter no final desse mês. Dependendo do que falarmos, volto aqui para comentar sobre xD


Um talvez breve início

Depois de muito, mas muito, mas muito mesmo, pensar, finalmente resolvi voltar a ter um blog. É sempre difícil escrever um primeiro post. E faz acho que uns bons meses que não escrevo nada em um blog (ou em qualquer outro lugar) então perdoem essa pessoa levemente perdida que escreve este post.

Acho que posso começar falando que senti muita falta de escrever em algum lugar, mas não conseguia achar sentido para fazê-lo, principalmente porque acho que não me encaixo mais na blogsfera de hoje. Não tenho paciência mais pra ficar atrás de números, de ficar tirando mil e uma fotos bonitas, separar o texto em etapas para atrair a atenção dos leitores, divulgar em todas as redes sociais possíveis e, o pior, responder comentários vazios com respostas tão vazias quanto. Sabe aquele comentário de alguém que nem leu o seu post de verdade e que só apareceu para divulgar o dela? Então, isso.

Blogar perdeu o sentido pra mim depois de um tempo. Algo que fez parte da minha vida por tantos anos. E o triste é que me afastei de pessoas e blogs que eu ainda acompanho, mas que perdi o costume de trocar ideias nos comentários, justamente por estar cansada de todo o resto. Algo que era prazeroso se tornou estressante e preferi fazer outras coisas ao invés disso. 

Pausas são boas, fazem a gente pensar e a valorizar o que realmente importa. E por isso estou voltando com esse humilde blog, onde pretendo compartilhar meus hobbies, meus desenhos, talvez algumas receitas que deixam meu coração quentinho pra deixar o seu também e, principalmente, pensamentos aleatórios. Então não espere resenhas super elaboradas, fotos lindas, textos bem escritos, opinião sobre a última série da moda ou algo assim. Tem blogs melhores por aí pra isso.

Então chegue mais, queride leitore (fiz certo?), pegue um café e vamos prosear nos comentários desse e de posts futuros.

ps: não sou tão velha quanto a última frase faz eu parecer, mas não sou novinha apesar de ouvir "kapop", BTS e separar meu cabelo no meio.